Trevor Jones e o resgate do Semi Deus

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Trevor Jones e o resgate do Semi Deus

Mensagem por Trevor T. Jones em Sab Jun 09, 2012 7:32 pm

CAP 1
Faço alguém comer merda

É bom defender a família de vez em quando, ganhei uma surpresa para uma missão fora da Colina.
Meu nome é Trevor T. Jones, deixe eu te contar a história de como me envolvi nessa roubada. Era uma manhã bela no local chamado Colina Meio-Sangue, onde ficava um Acampamento de verão(ou de ano inteiro, dependendo do campista) o Acampamento Meio-Sangue, lar dos filhos de deuses com mortais, onde eu me encaixava perfeitamente, pois meu pai era um dos deuses Olimpianos: Ares o deus da guerra.
Acordei-me nesse dia com o barulho de uma das trombetas do Chefe de Atividades do acampamento, Quíron, o centauro que treinou Aquiles e outros dos melhores heróis da antiguidade, devia ser a primeira trombeta, pois a maioria de meus meio irmãos ainda estava dormindo. Ainda com meu pijama estampado com elmos espartanos, pego minha toalha e meu shampoo rapidamente e corro para o banheiro porque corria o risco da fila para o banho estar enorme, corri abri as portas do chalé com força e comecei a correr até o banheiro, mas graças aos deuses só estavam na fila Conor e Travis Stoll, os irmãos do chalé de Hermes, Bill Hawk, um cara baixinho, asiático e super inteligente do chalé de Atena, e um filho de Apolo chamado Jonas Stewart, a maioria se conhecia, fiquei 10 minutos esperando para tomar minha ducha de água fria, recoloquei meu pijama e saí. Voltei para meu chalé, tirei o pijama e coloquei uma camisa do Chelsea, autografada pelo próprio Fernando Torres, meu primo, (isso mesmo, mas eu tentava esconder minha ascendência espanhola), um jeans azul surrado e um tênis da Adidas, e fiquei esperando a segunda trombeta fazendo alguns abdominais e flexões, vários de meus irmãos acordavam agora, eu cumprimentava-os e voltava a minha série diária de 300 abdominais pela manhã. A segunda trombeta foi tocada, me levanto após acabar a série, coloco um peitoral grego por cima da minha camisa autografada, pego minha espada de ouro imperial (material romano) e coloco-a na bainha de couro, e saio, no meio do caminho para o refeitório, troco meu anel de Ares de dedo, pois ele começou a queimar, sinal que algo de importante ia rolar.
Abro as portas do refeitório e sento-me na mesa do chalé de Ares, fui um dos primeiros, só estavam lá, Clarisse La Rue a monitora, e Jake Flint, um garoto fortão de 1,89 de altura, pego uns três sanduíches de presunto, cinco maçãs e três pacotes de Club Social recheado, jogo 3 maçãs na fogueira e ofereço a meu pai Ares, volto para a mesa e converso com meus dois irmãos que ali estavam presentes, depois de 10 minutos chegaram os outros campistas do meu chalé, no meio da conversa uma terceira trombeta é ouvida, todos se calaram, algo devia ter acontecido para ter sido tocada uma terceira trombeta, todos olharam para a frente do Refeitório onde ficavam Quíron e Sr D, Quíron estava lá com Dioniso, Quíron segurava sua trombeta com uma mão e trazia uma prancheta.
-Meus queridos aprendizes, boa segunda-feira para todos, tenho aqui nessa prancheta algumas tarefas para cada chalé realizar, está marcada para quinta-feira uma visita de Zeus ao Acampamento, ele deseja fazer um comunicado muito importante. Por isso devemos causar uma boa impressão limpando o Acampamento: Chalé de Poseidon fica responsável pela limpeza do lago – Suspiros de alívio foram ouvidos do chalé de Poseidon, que só tinha Percy Jackson e um Ciclope – Chalé de Deméter fica com a limpeza da área dos chalés, Chalé de Ares limpa os estábulos dos pégasus e a arena, incluindo a Sra O’Leary – Vaias e gritos de raiva foram ouvidos por todo meu chalé, e é claro que reclamei, tirar excremento de passarinho gigante e cuidar de um cão infernal não era pra mim.
-Silêncio. – Dioniso gritou e todos se calaram, mas cochichos e risadas de outros chalés foram inevitáveis.
-Continuando, Chalé de Atena, limpará as florestas num raio de 400m, Chalé de Apolo fará a limpeza do refeitório e nada de guerras de comida – vários sorrisos se desfizeram na cara dos loiros do cale de Apollo – Chalé de Hefesto, fará decorações de bronze e outros metais e entregará para o Chalé de Afrodite, que vai decorar a entrada dos chalés e o anfiteatro – gritinhos de felicidade vieram da mesa de Afrodite, e todos os filhos de Hefesto ficaram vermelhos, eles ficavam nervosos perto das filhas de Afrodite – Chalé de Hermes vigiará o acampamento dia e noite enquanto as tarefas são feitas, e Nico, do chalé de Hades, supervisionará tudo e por último, o Filho de Dioniso irá preparar algo para refrescar as equipes. Agora terminem suas refeições e ao trabalho.
Dioniso deu um sorriso falso de costume e saiu resmungando algo sobre ter perdido no pinochle. Terminei de comer e revoltado, fui começar o trabalho de limpar o estábulo. No caminho do depósito de merda, vi que todos os campistas estavam alvoroçados para começar suas tarefas, Atena fazia seus planos de limpeza, as meninas de Afrodite davam risadinhas dos nervosos e desastrados filhos de Hefesto que tremiam de nervosismo quando elas chegavam perto, os garotos de Hermes ficavam na guarda do Acampamento e gargalhavam dos que tinham trabalhos mais cansativos e chatos como os de Ares. Eu e meus irmãos fomos até o depósito de ferramentas para pegar pás enxadas e outras coisas para arrastar a merda dos pégasus para fora do estábulo.
O estábulo era meio grande, feito de madeira, tinha várias baias de pégasus e outros animais voadores, como meu Hipogrifo negro, Synyster, e o que o estábulo tinha de tamanho, tinha de fedorento, aquilo superava todos os parâmetros de cheiros ruins aceitáveis, tiramos os pégasus de seus lugares e os amarramos em cantos pertos das árvores e do capim para pastarem. Peguei uma pá e comecei a tirar o excremento de cavalo-alado com uma pá, e com uma bota de borracha que eu suspeitei que estivesse furada, pois sentia algo quente e mole entrando e encostando-se no meu pé. Depois de umas horas de trabalho tínhamos limpado a metade, quando aconteceu uma coisa que não me arrependo por nada, ainda acho que estou certo.
Uma risada ecoa nos estábulos, não era maligna como a de Cronos ou outro ser do mal, ela zombava com um desdém muito marcante. Me virei para ver quem era e vi Franco Ryans um filho de Hermes que se acabava de tanto rir, ele parecia um duende, seus cabelos cor de areia despenteados e sua pele morena não combinava com os olhos claros, sua boca se abriu e dela saiu uma voz irritante e aguda que me deu agonia nos ouvidos.
-Esses são os temidos guerreiros do chalé de Ares? – Ele riu mais uma vez e continuou – Agora não passam de catadores de esterco.
Gabrielle McCarter, uma garota ruiva, corpulenta, e com cara de poucos amigos do mesmo chalé que eu se levanto do chão onde tomava um ar e gritou:
-Seu molóide, vá vigiar o Acampamento, e nos deixe cuidar de assuntos importantes.
-Cale a boca, e vá comer merda, saco de gordura.
Ele tinha tocado no ponto fraco de Gabrielle, ela era muito preocupada com o excesso de peso que ela possuía, apesar de ser uma filha de Ares não quer dizer que ela não se importasse com sua aparência, e a garota, uma das mais fortes do chalé se sentou e chorava muito baixo.
Clarisse a representante do chalé tinha saído para cuidar dos pégasus, mas se ela estivesse ela teria dado uma surra no garoto que tinha feito Gabrielle chorar, nesse momento, me levantei e puxei minha espada de ouro imperial.
-Cale sua boca seu anãozinho retardado, se não te transformo em presunto fatiado.
Ele riu mais ainda e puxou uma espada de bronze comum.
-Pode vir brutamontes, vai ser fácil.
Corri até o garoto e comecei um duelo de espadas contra ele, eu mantinha um ritmo forte e veloz, implacável e poderoso, enquanto ele estava na defensiva e freqüentemente recuava tentando achar alguma abertura. Em um golpe que dei, deixei parecer de propósito que abri a guarda e como previsto ele tentou inserir a lâmina dele em minha barriga, mas rapidamente dei uma cotovelada em sua mão que segurava a espada, desarmando-o. Depois disso dei um soco nele com a mão esquerda que o fez cambalear até a parede de madeira para se apoiar, coloquei minha espada na bainha e dei um cruzado de direita no rosto dele, ele caiu no chão e a boca dele começou a sangrar pelo lado direito. Agarrei-o pelo pescoço e o levei até Gabrielle, que chorava ainda chorava baixo.
-Peça desculpas à ela!
-Nunca, seu retardado.
Gabrielle ficou calada, todas as meninas do chalé, menos Clarisse, estavam tentando fazer ela parar de chorar. Levantei-o e levei até o monte de estrume enorme que nós tínhamos retirado do estábulo. Dei uma risada e falei:
-Vamos ver quem é que vai comer merda agora Franco.
Joguei Franco no monte de estrume, ele ficou sujo e fedido, e começou a ter ataques de raiva, jogando estrume para todo lado, todos do chalé de Ares começaram a rir, até Gabí, que chorava um pouco deu uma risadinha. Enquanto eu ria, percebi que uma sombra se aproximava atrás de mim, me virei rapidamente e vi um garoto alto e magro, tão pálido quanto uma folha de papel A4, vestia preto e carregava uma prancheta parecida com a que Quíron estava no refeitório. Era Nico.
-É isso que o Chalé de Ares está fazendo? Jogando garotos no estrume de pégaso? Interessante.
-Nós estávamos limpando quando esse garoto apareceu e começou a chamar Gabí de gorda – Disse meio estressado – Aí eu mandei ele calar a boca e ameacei com minha espada, ele me provocou e eu parti mesmo pra cima, dei uns socos nele e como ele mandou minha irmã comer merda, fiz ele experimentar um pouco. – Dei um sorriso sarcástico nessa hora.
-Que seja, vá para a sala do Quíron após terminar de limpar hoje, ele e o Sr D vão amar saber disso. Enquanto você – Nico olhou pra Franco que se levantou e tentava tirar o estrume de sua língua e olhos – Venha comigo, vou ver se as náiades ou o Percy dão um jeito nisso.
Nico segurou a mão do garoto e foi andando em direção ao rio ver Percy e seu trabalho. Me virei para meus irmãos e irmãs que me deram tapinhas nas costas parabenizando e outras coisas. Após terminar de limpar os estábulos (eram 14:00 horas), Clarisse voltou com os pégasus e meu Hipogrifo, Clarisse, ao saber do que houve, também pareceu aprovar minha atitude, mas alertou “Se isso prejudicar o chalé eu de dou um cascudo que vai te afundar no chão.” Dei um sorrisinho, peguei Synyster em sua baia, e o alisei:
-E aí garotão saudades?
Ele piou, e acenou a cabeça positivamente, fiz um carinho em baixo do seu bico, montei nele e disse:
-Vamos voar garotão.
Synyster começou a galopar para levantar vôo, ele parecia estar gostando tanto quanto eu. Era muito bom sentir o vento bater no rosto sem estar no acento de um carro com a cabeça pra fora como um cachorro. Syn piava muito de felicidade, e dava piruetas no ar, me segurei firme em uma delas, porque quase caí um dia desses.
-Muito bem garoto, agora vamos para a Casa Grade, Quíron quer falar comigo.
Syn deu uma virada brusca e mergulhou em direção á porta da Casa Grande, desci de meu hipogrifo, ele não pareceu querer se separar de mim agora, sua expressão era “ Não me deixe aqui sozinho”. Afanei a cabeça dele e fiz um sinal pra ele me acompanhar, ele piou novamente e diminuiu de tamanho, era um hipogrifo, sim, mas em miniatura. Ele andou atrás de mim e subiu as escadas comigo até a sala onde estava um grande centauro Palomino e o deus do vinho, Dioniso, jogavam uma partida de baralho.
-Com licença, Sr D, Quíron. Nico deve ter contado a vocês o que eu fiz, não é?
-Sim, - ele falou - blá, blá, blá, tá castigo e vá embora – Disse Dioniso fazendo pouco caso da questão.
-Garoto, sente-se, não foi só por isso que te chamamos aqui. O que você fez nos estábulos, foi um heroísmo desnecessário, não valia a pena gastar forças com um moleque de 10 anos.
-Tá, mas você não estava lá para saber como foi.
-Eu sei disso jovem, não estou aqui para te punir.
Quíron riu suavemente.
-Bem voltando... Só queria de antemão lhe alertar de que estamos com um meio sangue a ser resgatado, achamos que seja dos três grandes. Amanhã iremos lhe contatar para enviá-lo, o sátiro que foi resgatá-lo tentou derrotar o monstro só, e acabou sendo morto.
-Mas eles não morrem, viram elementos da natureza. – Disse eu.
-Mas por falta de palavra melhor, ele morreu. Precisamos de um filho de Ares para matar o monstro e o trazer para cá.
-Uau, que tenso ir sozinho. Posso levar alguém comigo?
-Se preferir ir acompanhado amanhã, eu indicarei alguém. Agora vá curtir com seus amigos e seu hipogrifo
Syn piou. Me despedi de Quíron e do Sr D que resmungava algo sobre me pendurar de cabeça pra baixo num tubo com vinho por 1 minuto como castigo. Ri muito alto quando saí e meu mini hipogrifo me acompanhava.


POSTEM SE DEVE CONTINUAR, A MISSÃO DELE SERÁ REVELADA NO PRÓXIMO, SE TIVEREM VONTADE!!!
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Re: Trevor Jones e o resgate do Semi Deus

Mensagem por Mauricio Wright em Dom Jun 10, 2012 3:26 pm

Tá legal cara continue Very Happy
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